Hi, Friends!

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Sejam bem-vindos ao Blog Aprendendo Inglês! Eu sou o Prof. Egnaldo Dias e criei esse blog com o intuito de ajudar professores, pais, alunos, amigos e mais pessoas que precisam da língua inglesa para desenvolver alguma atividade ou apenas estudar. Espero que os conteúdos aqui publicados sejam úteis para você!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Bandeira dos Estados Unidos da América

Bandeira dos Estados Unidos da América
Bandeira dos Estados Unidos da América
 
A Bandeira dos Estados Unidos da América consiste em 13 faixas horizontais, cujas cores são vermelho (que cobrem o topo e a parte de baixo da bandeira) alternando com branco. Há um retângulo azul no canto superior esquerdo, com 50 pequenas estrelas brancas, organizadas em nove fileiras horizontais, (topo e baixo) possuíndo seis estrelas cada, alternando com fileiras de cinco estrelas cada. Cada uma destas estrelas simboliza um Estado americano, e cada uma das faixas horizontais representa uma das antigas Treze Colônias.
A Bandeira dos Estados Unidos da América é comumente chamada de The Stars and Stripes (Estrelas e Faixas) ou Old Glory (Velha Glória). O cognome Old Glory foi cunhado pelo Capitão William Driver, de Salem, Massachusetts, em 1831, e foi muito usada durante o período no qual a bandeira americana possuía 48 estrelas, entre 1912 a 1959.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

The Possessive Case (O Caso Possessivo)

O Possessive Case ou Genetive Case é formado pela adição do apóstrofo () e s ao substantivo. Usamos esta forma possessiva apenas para pessoas e animais.

Ex: The Book of John -> John’s book.

Colocamos o possuidor como sujeito de sentença, em seguida um apóstrofo (‘) e S e o objeto possuído.

- Quando houver dois ou mais possuidores e apenas uma coisa a ser possuída, usa-se apóstrofo (‘) apenas no último dos possuidores.

Ex: The book of John and Mary. -> John and Mary’s book.

- Se houver dois possuidores e mais de uma coisa a ser possuída, usa-se apóstrofo nos dois possuidores.

Ex: The books of John and Mary-> John’s and Mary’s books.

- Quando o possuidor não for um nome próprio e estiver no plural terminado em s, usa-se apenas o apóstrofo (‘), sem o s.

Ex: The books of boys. -> The boys books.

- Quando o possuidor for um nome próprio terminado em s, usa-se apóstrofo (‘) e pode-se usar o s ou não.

Ex: The book of Cris. -> Cris book ou Cris’s book.

- Quando o possuidor não for nem uma pessoa, nem um animal, não se usa ‘s , usa-se of.

Ex: The top of mountain.

Ou pode-se colocar o possuidor antes do possuído.

Ex: The mountain top.

Valentine's Day - Dia dos Namorados

Origem
O feriado do dia dos namorados provavelmente origina-se da festa romana antiga de Lupercalia.
Ninguém sabe exatamente quem foi o Santo Valentine. De fato, os registros da igreja mostram o mesmo Santo Valentine nomeado por dois povos. Ambos foram jogados na cadeia.
O Primeiro Valentine:
Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas. Os romanos convidavam um de seus deuses, Lupercus, para manter os lobos afastados. Por isso, um festival era oferecido em honra de Lupercus e comemorado no dia 15 de fevereiro. Lembrando que o calendário era diferente naquele tempo.
Como um dos costumes do povo, no início do festival de lupercalia, os nomes das meninas romanas eram escritos em pedaços de papel e colocados em frascos. Cada homem escolheria um papel. A menina cujo nome era escolhido, devia ser sua namorada durante aquele ano.
Valentine era um padre em Roma, quando o cristinanismo era uma religião nova. O imperador nesse tempo, Claudius II requisitou que os soldados romanos não se casassem. Claudius acreditava que, como homens casados, seus soldados iriam querer permancer em casa com suas famílias ao invés de lutar nas guerras.
Valentine foi contra o decreto do imperador e casava secretamente os jovens. O padre foi preso e julgado à morte. Valentine morreu em 14 de fevereiro, no mesmo dia do feriado romano de Lupercalia. Após sua morte, Valentine foi considerado santo.
O Segundo Valentine:
O segundo Valentine foi preso por ajudar alguns cristãos. Enquanto na cadeia, apaixonou-se pela filha cega do carcereiro. Seu amor por ela e sua grande fé operaram um milagre, curando a sua cegueira.
Antes dele ser morto (diz-se que foi decapitado em 14 de Fevereiro do ano 269 D.C.), enviou-lhe uma mensagem de despedida assinada: "De seu Valentine". Esta frase tem sido usada, desde então, em cartas de amor.
O Feriado:
No ano 496, o Papa Celasius decidiu adotar 14 de Fevereiro para honrar a memória de St. Valentine (não se sabe ao certo qual dos dois, ou se os dois).
O feriado caiu no dia anterior ao festival romano de Lupercalia, em honra do deus Lupercus que protegia as colheitas e contra os lobos. Talvez de caso pensado para se ter uma festa cristã em contraponto ao festival pagão.
O festival de Lupercalia era comemorado em 15 de fevereiro. Com o passar dos anos, o "Valentine's Day" e o festival de "Lupercalia" foram unidos em um único feriado e transformaram-se em um momento mágico para se comemorar o amor e a afeição.
No BRASIL:
No Brasil, comeroramos o Valentine's Day como Dia dos Namorados, em 12 de Junho.

Nos Estados Unidos:
Nos dias que antecedem a 14 de Fevereiro, as lojas, as livrarias e as drograrias apresentam uma grande variedade de cartões, chamados Valentines. De fato, o "Valentine's Day" é o segundo feriado mais comemoradonos EUA, somente atrás do natal, em número de cartões enviados através dos correios. Há Valentines (cartões) especiais, com as mensagens dirigidas a membros específicos da família.
O Cupido, outro símbolo do feriado, tornou-se associado a ele porque era o filho de Venus, deusa romana do amor e da beleza e aparece freqüentemente nos cartões do Valentine's Day. Para os namorados e amigos, há Valentines em qualquer estilo imaginável: sentimentais, tímidos, sofisticados, humoristas e até desafiadores.
Os adultos normalmente compram Valentines para acompanhar um presente mais elaborado, tal como doces, flores ou perfumes. Os estudantes aprecíam comprar ou fazer Valentines para seus amigos e professores.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Evanescence - Bring Me To Life (vídeo,letra e tradução)


Bring Me To Life

How can you see into my eyes like open doors
Leading you down into my core
Where I've become so numb without a soul
My spirit's sleeping somewhere cold
Until you find it there and lead it back home

(Wake me up) Wake me up inside
(I can't wake up) Wake me up inside
(Save me) Call my name and save me from the dark
(Wake me up) Bid my blood to run
(I can't wake up) Before I come undone
(Save me) Save me from the nothing I've become

Now that I know what I'm without
You can't just leave me
Breathe into me and make me real
Bring me to life

(Wake me up) Wake me up inside
(I can't wake up) Wake me up inside
(Save me) Call my name and save me from the dark
(Wake me up) Bid my blood to run
(I can't wake up) Before I come undone
(Save me) Save me from the nothing I've become

Bring me to life
I've been living a lie. There's nothing inside
Bring me to life

Frozen inside without your touch without your love, darling
Only you are the life among the dead

All of this time I can't believe I couldn't see
Kept in the dark, but you were there in front of me
I've been sleeping a thousand years it seems
Got to open my eyes to everything
Without a thought, without a voice, without a soul
Don't let me die here, there must be something more
Bring me to life

(Wake me up) Wake me up inside
(I can't wake up) Wake me up inside
(Save me) Call my name and save me from the dark
(Wake me up) Bid my blood to run
(I can't wake up) Before I come undone
(Save me) Save me from the nothing I've become

Bring me to life
I've been living a lie. There's nothing inside
Bring me to life

Traga-me Para a Vida

Como você pode ver dentro dos meus olhos como portas abertas
Direcionando você até meu interior
Onde me tornei tão entorpecida sem uma alma
Meu espirito dorme em algum lugar frio
Até que você o encontre e o leve de volta pra casa

(Acorde-me) Acorde-me por dentro
(Eu não consigo acordar) Acorde-me por dentro
(Salve-me) Chame meu nome e salve-me da escuridão
(Acorde-me) Faça meu sangue correr
(Eu não consigo acordar) Antes que eu me desfaça
(Salve-me) Salve-me do nada que eu me tornei

Agora que eu sei o que me falta
Você não pode simplesmente me deixar
Dê-me fôlego e me faça real
Traga-me para vida

(Acorde-me) Acorde-me por dentro
(Eu não consigo acordar) Acorde-me por dentro
(Salve-me) Chame meu nome e salve-me da escuridão
(Acorde-me) Faça meu sangue correr
(Eu não consigo acordar) Antes que eu me desfaça
(Salve-me) Salve-me do nada que eu me tornei

Traga-me para a vida
Eu tenho vivido uma mentira. Não há nada por dentro
Traga-me para a vida

Congelada por dentro, sem seu toque, sem seu amor
Querido, somente você é a vida entre os mortos

Todo esse tempo, não posso acreditar que não pude ver
Mantido na escuridão, mas você estava lá na minha frente
Eu estive dormindo há mil anos
Tenho que abrir meus olhos para tudo
Sem um pensamento, sem uma voz, sem uma alma
Não me deixe morrer aqui, deve haver algo mais
Traga-me para vida

(Acorde-me) Acorde-me por dentro
(Eu não consigo acordar) Acorde-me por dentro
(Salve-me) Chame meu nome e salve-me da escuridão
(Acorde-me) Faça meu sangue correr
(Eu não consigo acordar) Antes que eu me desfaça
(Salve-me) Salve-me do nada que eu me tornei

Traga-me para a vida
Eu tenho vivido uma mentira. Não há nada por dentro
Traga-me para a vida

terça-feira, 31 de maio de 2011

Erros Comuns a Serem Evitados

Aprender a falar um idioma estrangeiro consiste não apenas em assimilar seus elementos, mas também em evitar a interferência negativa da língua materna. Embora este tipo de interferência seja mais evidente na pronúncia, também ocorre no plano gramatical, levando o aluno a produzir freqüentemente frases desestruturadas e incompreensíveis. O próprio aluno normalmente sente que algo está errado, mas a idéia que ele está tentando colocar está tão intimamente associada à estrutura usada no português, que parece não haver outra maneira. O estudo comparativo de dois idiomas leva à clara identificação dessas diferenças entre eles e permite prever os erros bem como procurar evitá-los antes de se tornarem hábitos.
Este trabalho é resultado de uma minuciosa análise dos erros mais freqüentemente observados no ensino de EFL (English as a Foreign Language) a brasileiros. Muitos destes erros podem ser observados mesmo em alunos que já alcançaram níveis avançados de fluência, e resultam da falta de contato com a língua ou de um contato através de instrutores que falam um inglês "aportuguesado".
Além da interferência negativa da língua materna, temos aquela proveniente da generalização de regras do idioma estrangeiro; ou seja, da não-observância de exceções

1. Formulação de idéias interrogativas e negativas: (erro comum apenas no início do aprendizado)
A primeira grande dificuldade que o brasileiro, falante nativo de português, iniciando seu aprendizado em inglês enfrenta, é normalmente a estruturação de frases interrogativas e negativas. Frases interrogativas em português são diferenciadas apenas pela entonação, não exigem alteração da estrutura da frase. No inglês, além da entonação, temos, no caso dos Be Phrases (frases com o verbo to be ou com qualquer outro verbo auxiliar ou modal), a inversão de posição entre sujeito e verbo:
    He's a student. - Ele é estudante.
    Is he a student? - Ele é estudante?
    I can speak English. - Eu sei falar inglês.
    Can you speak English? - Você sabe falar inglês?
E no caso de Do Phrases, frases em que não há verbo auxiliar, surge a necessidade de uso de verbo auxiliar DO para formular perguntas ou frases negativas:
    He speaks English - Ele fala inglês.
    Does he speak English? - Ele fala inglês?
    He doesn't speak French. - Ele não fala francês.
Além de contrastarem profundamente em relação ao português, esses dois tipos de estruturas contrastam entre si. O contraste entre Be Phrases e Do Phrases aparece nos modos interrogativo e negativo. Be Phrases fazem a inversão de posição entre sujeito e verbo para formação de frases interrogativas ou negativas, não precisando de verbo auxiliar, enquanto que Do Phrases precisam do verbo auxiliar DO. Isto representa uma dupla e acentuada dificuldade para os falantes nativos de português, no qual praticamente não existem verbos auxiliares e a formação de frases não é afetada pelos modos (afirmativo, negativo e interrogativo). O modo interrogativo em português, como vimos no exemplo acima, consiste apenas em uma diferente entonação, enquanto que em inglês exige uma significativa alteração na estrutura da frase, além da entonação. A dificuldade não é de entender, mas sim de assimilar e automatizar. Quem fala português como língua materna não está acostumado a estruturar seu pensamento dentro destas normas e precisará praticar exaustivamente para conseguir "internalizar" essas estruturas.

2. The subtle presence of the verb TO BE - Presença/ausência do verbo TO BE (erro comum em nível iniciante)
Do ponto de vista fonético, em frases afirmativas, a presença ou não do verbo TO BE é quase imperceptível aos ouvidos do aluno principiante que está acostumado com a clara sinalização fonética da presença de qualquer verbo em português. Obviamente, a função gramatical de um verbo numa frase é preponderante. Portanto, se faltar onde deveria estar, ou se ocorrer quando não deveria, o erro é grosseiro. Observe os seguintes exemplos:





I lost.
I'm lost.






Eu perdi.
Estou perdido.






It hardly works.
It's hard work.






Isto dificilmente funciona.
Isto é trabalho duro.






They like children.
They're like children.






Eles gostam de crianças.
Eles são como crianças.






It looks like it's going to rain.






Parece que vai chover.



O aluno com este tipo de dificuldade deve treinar o ouvido e a pronúncia, até acostumar-se a perceber a grande diferença funcional deste pequeno detalhe fonético.

To x For

Preposições são palavras de significado pouco claro e muito variável. São mais partículas funcionais do que palavras de conteúdo semântico definido. A maioria das ocorrências de preposições, não segue um padrão lógico ou regular. Além disso, entre o português e o inglês, as preposições não apresentam uma correlação muito estreita. Cobrem normalmente diferentes áreas de significado, sendo umas de uso mais amplo que outras.
É particularmente notória a dificuldade para nós, brasileiros, quando temos que decidir qual preposição usar em inglês, to ou for, quando em português a idéia seria expressa através da preposição para. Em geral, pode-se dizer que to está ligado à idéia de direção, movimento, correspondendo muitas vezes também à preposição a do português; enquanto que for está relacionado com a idéia de benefício, substituição, intenção ou predestinação, correspondendo, às vezes, ao português por. Esta diferença de significado, entretanto, não é sempre clara. Mesmo assim, for e to raramente podem ser usados como sinônimos.
Freqüentemente to e for introduzem o objeto indireto e é neste caso que as duas preposições normalmente correspondem ao português para. Objeto indireto em inglês é sempre um nome ou pronome que precede ou sucede o objeto direto nos verbos bitransitivos. Quando posicionado antes do objeto direto, não vem acompanhado de preposição. Quando posicionado após o objeto direto, virá invariavelmente acompanhado da preposição to ou for. Neste caso, a preposição certa dependerá do verbo, não havendo regra para isso. Observe os seguintes exemplos:

TO VERBS


FOR VERBS


I gave a present to him. = I gave him a present.
I’ll show the figures to you. = I’ll show you the figures.
He sold a car to me. = He sold me a car.
He sent a letter to Mary. = He sent Mary a letter.
Can you lend this book to me? = Can you lend me this book?
The boss told a joke to us. = The boss told us a joke.
Who teaches English to them? = Who teaches them English?
I paid $10 to the repairman. = I paid the repairman $10.
Will you pass the sugar to me? = Will you pass me the sugar?
Read a story to the children. = Read the children a story.
I wrote a letter to my friend. = I wrote my friend a letter.
Hand that book to me, please. = Hand me that book, please.
He offered a job to Mary. = He offered Mary a job.
He'll bring something to me. = He'll bring me something.
She sang a lullaby to the baby. = She sang the baby a lullaby.
I'll throw the ball to you. = I'll throw you the ball.


Let me buy a present for you. = Let me buy you a present.
I got some food for you. = I got you some food.
She made a sandwich for me. = She made me a sandwich.
Did she cook dinner for you? = Did she cook you dinner?
Can you do a favor for me? = Can you do me a favor?
He can find a job for you. = He can find you a job.
He left a message for you. = He left you a message.
Shall I pour more tea for you? = Shall I pour you more tea?
Reserve hotel rooms for us. = Reserve us hotel rooms.
Save the stamps for him. = Save him the stamps.

Existem também verbos que só aceitam o objeto indireto quando acompanhado de preposição. Exemplos:

TO VERBS


FOR VERBS


The teacher said "Good morning" to the students.
He’s going to introduce Mary to his family.
I already explained the project to the staff.
Mr. Cole described the new house to his wife.
I sometimes speak English to (with) my wife.
Bob reported the accident to the police.
I repeated your ideas to my parents.
He admitted his mistake to the boss.
I'll mention your plan to the director.
Dr. Bishop recommends this medicine to some patients.
Richard has announced his engagement to his friends.
It sounds good to me.
The salesgirl suggested a gift to Philip.


Can you carry the suitcases for me?
Could you open the door for me?
He asked the bank teller to cash a check for him.
Doctors like to prescribe medicine for the patients.
She is going to prepare the meal for the guests.
I asked her to sign the letter for me.
Can you hold this for me, please?
I changed the traveler's checks for you.
I asked the secretary to make an appointment for me.
He translated an article for me.
I recorded a tape for you.
I'll take the car to the mechanic for you.
The salesgirl suggested Philip a gift for his girlfriend.
Can you play the piano for me?

Na verdade, quase qualquer verbo aceita o adjunto preposicional for. São portanto ilimitadas as possibilidades de FOR VERBS neste segundo grupo. Observe-se que mesmo os TO VERBS, além de aceitarem o objeto indireto precedido pela preposição to, também aceitam o adjunto preposicional for, porém com outro sentido. Ex:

I sent a letter to Mary.


I sent a letter for Mary.

No primeiro exemplo, Mary mora noutro lugar e eu lhe escrevi mandando notícias. No segundo exemplo, Mary escreveu uma carta para alguém, estava talvez muito ocupada para ir ao correio, e eu fui em lugar dela.
O verbo to go também freqüentemente ocorre associado às preposições to e for. Observe-se os dois grupos abaixo:

GO TO EXPRESSIONS


GO FOR EXPRESSIONS


go to work
go to school
go to bed
go to church
go to town
go to court
go to pieces
go to hell
go to Porto Alegre
go to the bank, go to the office, etc.


go for a walk

go for a ride

go for a drive

go for a beer

go for it

Uma das ocorrências mais elementares da preposição to é no uso do infinitivo em inglês. Isto normalmente ocorre na estrutura VERB + to + VERB. Exemplos:

I have to go.
I like to drink beer.
I'm not able to work.
He decided to leave.
You promised to help us.
He's planning to study abroad.
I want to tell you something.
I hope to become fluent in English.
We expect to win the game.

Mesmo quando não introduzem objetos indiretos, a ocorrência das preposições to e for continua dependendo do verbo que acompanham ou da expressão idiomática em que ocorrem. Em muitos casos for corresponde a por do português. Exemplos:

TO EXPRESSIONS


FOR EXPRESSIONS


Nice to meet you.
Up to date
To my surprise, ...
To the best of my knowledge, ...
According to ...
Apply to a university.
He reacted well to my comments.
I object to staying up late.
I'm accustomed to working hard.
I'm not used to working on Sundays.
It's very sensitive to cold weather.
To (for) me, it sounds good.
It's interesting to me.
She was invited to a party.
I'm looking forward to hearing from you.
It's a hundred miles from here to Porto Alegre.
They raised his salary to $1,000.
Don't jump to conclusions.


For sure!
For God's sake!
Good for you!
For example, ...
For this reason ...
For the first time ...
For (to) me, it sounds good.
Apply for a job.
Any letters for me?
I feel sorry for them.
He left for home.
I have a question for you.
He works for a tobacco company.
I sold my house for 40 thousand dollars.
He charged 50 dollars for the translation.
I lived abroad for 7 years.
He's very strong for an old man.
I'm looking for a job.
He received a grant for studying medicine.
I want eggs for breakfast.
I wrote a check for $100.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Do x Make

"Fazer" ou "Fazer", eis a questão!
Uma das dúvidas mais comuns que recebo, tanto dos alunos do nível básico quanto do avançado, é a diferença entre Do e Make, e quando utilizar cada um.
A explicação não tem nada de simples, porque, em inglês, tudo depende do contexto em que a palavra está inserida na frase.
Costumamos dizer que:
make
 You make the best chocolate cake in the world!Você faz o melhor bolo de chocolate do mundo! 
Este "faz" tem sentido de "criação/fabricação", e não de execução abstrata. Você 'cria' uma matéria diferente quando mistura os ingredientes do bolo. Existe uma transformação. É como fabricar algo: você usa a matéria prima e transforma em outra coisa.
do

I’ll do my best to not be late.
Farei o melhor para não me atrasar.
Este "farei"  não tem sentido de "criação" - e sim de execução. Eu vou agir (desenvolver ação) da melhor forma para não me atrasar. Podemos considerar que seja um "fazer" abstrato, pois não implica em transformação de matéria. Contexto:
Em contexto, as coisas mudam, principalmente porque nem tudo no inglês a gente consegue uma tradução 100% em português. Para dizer “fazer uma festa”, por exemplo, não usamos nem do nem make, e sim throw ou give: Throw a party ou Give a party. É preciso lembrar que muitas vezes podemos usar o verbo “do” ou “make” e a tradução será outra palavra em português, e não necessáriamente “fazer”. Como por exemplo: “make the bed” (arrumaraa/”fazer” a cama), “make a decision” (tomar uma decisão). “make a mistake” (cometer um erro).
  • This dress was made in France. (o vestido foi criado/fabricado na França)
  • I make coffee every morning. (eu faço/crio o café através do processo de mistura de água e pó de café – existe uma transformação)
  • I do thirty push-ups per day. (eu executo 30 flexões por dia. Eu não crio ou fabrico as flexões)
  • I'll make this call. (farei esta ligação) To make a call (fazer uma ligação telefônica) é criação, pois você transforma a situação - você tecla um número e algo acontece do outro lado. Há um processo de transformação entre um estado de não comunicação para um estado de comunicação.
  • Tell me what to do. (me diga o que fazer) Já quando eu falo a você o que fazer (tell you what to do) é no sentido de o que você vai executar, que tipo de ação vai tomar. Não fabricamos atos de comportamento, e sim os executamos, desenvolvemos.
  • You make me happy. Existe uma transformação em fazer feliz. Se você me faz feliz, eu passo de um estado emocional para outro. Você não "executa" me fazer feliz, você "cria uma transformação" quando me faz feliz.
  • Would you do me a favor? (fazer um favor é a execução de um ato)
  • I'm sorry I am making you cry! (transformação de espírito)
 
Isto o que chamamos de collocations no aprendizado/ensino de vocabulário. É evitar ficar ensinando palavrinha por palavrinha! É evitar procurar a regra gramatical para coisas que não têm regra gramatical!
lista-domake

Still x Yet

Ainda seguindo a linha de palavras com o mesmo significado.
YET É quando alguma coisa não aconteceu “até agora!” Dá a entender que o locutor está esperando (ansiosamente) que algo aconteça.
  • É usado quando algo ainda não aconteceu ou acontecerá num futuro próximo;I didn't finish my homework yet. (Eu ainda não terminei minha tarefa.)
  • Geralmente é usado em frases negativas
    I didn't go to school yet (Eu ainda não fui para a escola.)
  • ou interrogativas Have you finished yet? (Você já terminou?)
  • Geralmente vem no fim da frase:We don’t know where we’re going for our holidays yet. Nós ainda não sabemos onde vamos no feriado
  • É muito usado com o present perfect:Have you finished yet? (Você já terminou?)
STILL
  • É usado em frases afirmativas e sugere que algo ainda está acontecendo, ou está no processo de ser feito:I'm still doing my homework. (Eu ainda estou fazendo minha tarefa)
  • É usado quando é uma situação é contínua; não mudou nem acabou:It's 11 o'clock and he's still in bed. (São 11 horas e ele ainda está na cama)When I went to bed, Maria was still working. (Quando eu fui pra cama, Maria ainda estava trabalhando)Do you still want to go to the party?  (Você ainda quer ir à festa?)
  • Geralmente vem no meio da frase, acompanhado do verbo no gerúndio: I'm still writing a letter to my mother. (Ainda estou escrevendo uma carta para minha mãe.)
  • Também pode ser usado em frases negativas (antes do negativo):She said she would be here an hour ago and she still hasn’t come. (Ela disse que estaria aqui há uma hora atrás e ainda não chegou.)
Na frase acima, poderíamos também ter usado “she hasn’t come yet” mas em contexto, still…not mostra um sentimento mais forte de surpresa ou impaciência. Compare:

I wrote to him last week. He hasn’t replied yet. (But I expect he will reply soon)
Escrevi para ele a semana passada. Ele não respondeu ainda. (Mas espero que ele vá responder em breve)

I wrote to him months ago and he still hasn’t replied. (He would have replied before now)
Escrevi para ele há meses e ele ainda não respondeu. (Ele teria respondido antes disso)

Got it?! Observe as frases a seguir, para gravar seu significado em contexto:
He lost his job a year ago and is still unemployed. (ele perdeu o emprego ha um ano e ainda está desempregado.)
He lost his job a year ago and hasn’t found another job yet. (Ele perdeu o emprego há um ano e ainda não encontrou outro emprego)
Is it still raining? (Ainda está chovendo?)
Has it stopped raining yet? (Já parou de chover?)